“Sou prisioneiro de ti mesmo,
acorrentei
minha vida, ao teu coração,
com elos de
puro romantismo.
Não consigo me soltar destas correntes
que liga a ti, estou refém de ti do teu
coração, do teu amor, nele fiz o meu
casulo onde me mantenho acorrentado.
Como desenvencilhar dessas correntes,
que prende minha alma ao teu coração,
ganhar asas ao vento, conquistar
novamente a minha independência.
Me acorrentei a ti, fiquei preso a ti desde
o momento que te conheci e desde aí
jamais consegui desamarrar as amarras
que me prende a ti;
O meu constante permanecer na cela do
teu coração, onde eu vivo acorrentado,
se tornam em labaredas ardentes que por
onde eu permaneço, vai deixando
um
rastro de paixão, por isso sou prisioneiro
de ti, sou um fantasma que arrasta minhas
próprias correntes, na solidão e no vazio
da minha alma…
Simplesmente… Me acorrentei a ti para
sempre e contigo quero permanecer
acorrentado no nosso amor eterno para
lá da eternidade do tempo…”
Nuno Freitas 23/05/2019
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