“Quem era eu senti, certamente era
um barco a deriva sem rumo, se não
fosse a tua luz, esse teu olhar que
ilumina a minha alma, certamente
era mais caso perdido, mas o destino
me enviou você, na minha vida te pôs,
para alegrares a minha vida, para
serenares a minha dor do meu planto.
Eu sem ti, quem era eu sem ti, um
eterno solitário a tua espera, sem ti
seria uma primavera sem sol, vivendo
na esperança de tu voltares e florires
a minha vida de encanto, quando em
teu seio estivesse em incursões e atos
românticos num compasso lento
sentindo as emoções do amor.
Se não tivesses aqui, eu iria até ao
fim do mundo, como um cavaleiro
andante, de montes em montes para
te buscar e trazer te de volta para
minha vida, para dares outro sentido
a minha vida.
De repente tu chegaste e eu me
encontrei, nem pediste licença para
entrar, foste ficando em meu coração
e dele fizeste o teu casulo para morares,
para reviveres novamente as emoções
do amor comigo, num compasso lento
até ao infinito do tempo.
Simplesmente… Quem era eu sem ti, um
eterno solitário triste, na esperança de te
ter de novo na minha vida e nela viajar
no tempo no nosso amor eterno para lá
da infinitude do tempo…”
Nuno Freitas 21/02/2019
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