“Quando te
vejo, perco as
estribeiras e o meu coração
começa a palpitar, querendo
logo enlaçar a
ti, e levar-te~
comigo a viajar no amor,
num compasso
lento sentindo
as emoções do amor e as
batidas do nosso coração feliz,
quando já se
encontravam
envolvidos em atos românticos
e
ternos e amorosos até a
incerteza do tempo.
Quando te
vejo, perco rumo
a noção do tempo, quando em
teu seio estou em incursões
românticas, no intervalo
do
tempo no nosso amor terno,
em que dois corpos
já envoltos
de muito amor e paixão, se
enamoravam e
se desgostavam
mutuamente um ao outro com
ternura e delicadeza até ao
romper da aurora.
Quando te
vejo, os meus olhos
se ofuscam com tua beleza, e
num impulso meio atrevido me
atiro a ti, com o meu
olhar
profundo arrebatador de te fazer,
encantares
por mim e te renderes
a mim e aos meus atos
românticos
poéticos, quando
ao luar belo eu declamar o
amor em versos fraternais,
com intuito de atingir o
teu
coração e conquistar o teu
coração.
Quando te
vejo, fico fora de
mim me apetece logo te enlaçar,
e levar-te comigo no amor numa
viagem pelo
mundo fora
gritando aos quatro ventos o
quanto te amo, o quanto somos
felizes de estarmos
unidos
eternamente num só coração,
envoltos de
muito amor e
paixão, numa incursão sem
destino
rumo a in finitude
do universo…
Simplesmente…quando
te vejo,
me perco em ti eternamente,
fico acorrentado a ti para sempre,
quando em
nossas incursões
galgarmos o mundo no nosso
amor
eterno…”
Nuno Freitas
05/08/2017
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