“Você incendiou o meu coração
de paixão, quando ti vi pela
primeira vez os meus olhos
brilharam foi amor a primeira
vista, foi chama
imensa que
penetrou no meu planto e tudo
se
fluiu e se floriu e transformou
tudo em amor.
Você incendiou o meu coração de
paixão,
quando me enlacei contigo
e em incursões românticas, me
envolvi contigo em actos
românticos
e amorosos até ao romper da
aurora,
sentindo as batidas dos nossos corações
felizes que estavam desgostar um ao outro
com ternura no compasso do tempo.
Você incendiou o meu coração de
paixão,
e já mais ele parou de arder,
foi consumindo
o resto do corpo de
amor e ternura, quando
nós envoltos
de amor fluíamos até ao céu de
contentamento, e nos deixamos ir
numa
qualquer calma desgostando
um ao outro
com ternura e carinho
no nosso amor eterno,
para lá da
infinitude do tempo…
Você incendiou o meu coração de
paixão,
quando o meu olhar se
cruzou com o teu,
e logo num
lapso ficou rendido e preso a ti,
fazendo me perder as estribeiras e
num ensejo,
querer-me enlaçar
contigo e viajar contigo e me
perder
contigo em actos românticos, no
espaço
vazio do tempo no nosso
amor ardente e eterno,
para lá do
universo do tempo, unidos num só
coração que ambos já estavam
consumidos pela
chama da paixão
eterna.
Simplesmente… Você incendiou o
meu coração
de paixão, e juntos já
lavrados em chamas,
caminharam
lentamente e felizes unidos no
amor
eterno rumo a infinitude do
tempo...”
Nuno Freitas 01/07/2017
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