“Tu vives em meu pensamento,
constantemente e quando eu me
fecho na minha solidão, eu falo
contigo palavras silenciosas que
me fazem bem dizer e nesse
momento eu não me sinto só, a
tua presença enche o meu planto
de alegria e preenche o meu
espaço vazio;
Encontro-te no espaço vazio do
tempo neste meu caminhar, o
tempo pára e somente ouço a tua
voz a sussurrar no meu ouvido a
flamejar o meu planto que andava
desvanecido, enchendo-o de alegria
que nunca antes sentira, e nos teus
gestos carinhosos atinges o meu
planto, fazendo renascer em mim
o amor que estava adormecido no
fundo da minha alma.
Sigo os trilhos que um dia plantaste
em meu planto, e neles sinto a
ausência do teu abraço, renasço na
tua presença em mim, no teu sorriso,
nos gestos que em meu pensamento
me acaricias, procuro-te no meu
pensamento, nas palavras ditas e
nos versos que declamo ao teu
planto, na saudade que em mim
permanece, encontro-te no espaço
vazio do tempo e nas horas incertas
em que me perco em mim nos meus
pensamentos profundos, te encontro…
Sei que estas nas manhas da primavera
em meu pensamento, no calor do verão,
mas também na saudade do tempo em
que nós enamorada-mente viajamos no
amor eterno nas nossas carícias
românticas, no frio do inverno que nos
desperta em nós sentimentos românticos,
quando nos nossos actos românticos
desbravamos um ao outro com
delicadeza até ao romper da aurora.
Estas comigo no meu pensamento,
nas manhas que nasce, nas noites
que adormece calma, no mar que
agita e grita a saudade que em mim
permanece profundamente em meu
planto, nas lembranças de ti, das
tuas mãos que me acaricia, mas
porem sei que somos imortais no
nosso amor, porque a nossa vida é
muito mais que uns simples corações
abaterem, quando unidos na paixão
ardente estivermos caminharmos e
fluirmos no tempo na paixão eterna…
Simplesmente… Tu vives em mim…”
Nuno Freitas 07//07/2017
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