“Quando te
vi pela primeira vez
tive perceção que eras tu a
metade de mim, os nossos
olhares
se cruzaram e ficaram
rendidos um ao outro e logo
num lápis se envolveram em
carícias
e ternuras quando
num enlaço já se enamoravam
envoltos de amor no compasso
do
tempo e ambos se perderam
no infinito do tempo no amor
eterno.
Quando te vi
pela primeira vez
os meus olhos brilharam e o meu
coração se palpitou logo por
ti
e num instante se namorou de
ti e ambos nos perdemos em
gestos carinhosos em
romantismos de seduzir um ao
outro com delicadeza na calada
da noite romântica sedutora.
Eras tu a
metade mim vieste
com algum propósito para
alegar o meu coração, trazias
na
bagagem toda a ternura e o
carinho para dar um ser que
se rendeu a ti quando te
avistou
pela primeira vez e logo se
apaixonou por ti e num impulso
se acercou
de ti com intuito de
conquistar o teu coração e
com ele viajar no tempo em
gestos românticos e poéticos
quanto intempestivamente
declamei o amor em versos
fraternais de te fazer encantar
e te perderes comigo no
universo do tempo em
romantismos.
As nossas
vidas se cruzaram
com algum propósito estava
marcado no nosso destino,
que os
nossos corações se
iam encontrar, pois ambos
eram a metade um do outro
ambos se
completavam e
felizes em incursões
intempestivas românticas se
perderam na
paixão ardente
envoltos em carícias e em
toques suaves desbravando
as linha
sinuosas dos nossos
corpos desgostamos um ao
outro com delicadeza no
compasso
do tempo no nosso
amor eterno.
Quando te vi
pela primeira
vez tive perceção que eras tu
a metade mim, aquela que iria
preencher o espaço vazio do
meu coração e nele fazer o
teu casulo para morares
eternamente e sentires as
emoções do amor ardente
quando nele já estavas
pousado e encantado com o
meu ser quando eu
intempestivamente me acerquei
de ti
e te enlacei e ambos
unidos num só coração nos
perdemos em delicadeza e
romantismos
no infinito do
tempo…
Simplesmente
eras tu a metade
de mim aquela que me trouxe
a esperança que o amor é eterno,
quando dois corações se
conheceram e se perderam um
no outro infinitamente em
gestos românticos e jamais se
separaram pois ambos eram a
metade um do outro e
ambos
galgaram o mundo unidos na
paixão ardente rumo ao infinito
do tempo no
amor eterno…”
Nuno Freitas
28/02/2017
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