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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Eras tu a metade de mim

“Quando te vi pela primeira vez
tive perceção que eras tu a 
metade de mim, os nossos 
olhares se cruzaram e ficaram
rendidos um ao outro e logo
num lápis se envolveram em
carícias e ternuras quando
num enlaço já se enamoravam
envoltos de amor no compasso
do tempo e ambos se perderam
no infinito do tempo no amor
eterno.


Quando te vi pela primeira vez
os meus olhos brilharam e o meu
coração se palpitou logo por ti
e num instante se namorou de
ti e ambos nos perdemos em 
gestos carinhosos em
romantismos de seduzir um ao
outro com delicadeza na calada
da noite romântica sedutora.


Eras tu a metade mim vieste
com algum propósito para
alegar o meu coração, trazias
na bagagem toda a ternura e o
carinho para dar um ser que 
se rendeu a ti quando te avistou 
pela primeira vez e logo se 
apaixonou por ti e num impulso
se acercou de ti com intuito de
conquistar o teu coração e 
com ele viajar no tempo em 
gestos românticos e poéticos
quanto intempestivamente 
declamei o amor em versos
fraternais de te fazer encantar
e te perderes comigo no
universo do tempo em 
romantismos.


As nossas vidas se cruzaram 
com algum propósito estava 
marcado no nosso destino, 
que os nossos corações se 
iam encontrar, pois ambos 
eram a metade um do outro
ambos se completavam e 
felizes em incursões
intempestivas românticas se
perderam na paixão ardente 
envoltos em carícias e em
toques suaves desbravando
as linha sinuosas dos nossos
corpos desgostamos um ao 
outro com delicadeza no 
compasso do tempo no nosso
amor eterno.


Quando te vi pela primeira 
vez tive perceção que eras tu
a metade mim, aquela que iria 
preencher o espaço vazio do
meu coração e nele fazer o
teu casulo para morares
eternamente e sentires as 
emoções do amor ardente 
quando nele já estavas 
pousado e encantado com o 
meu ser quando eu
intempestivamente me acerquei
de ti e te enlacei e ambos 
unidos num só coração nos 
perdemos em delicadeza e 
romantismos no infinito do
tempo…

Simplesmente eras tu a metade
de mim aquela que me trouxe
a esperança que o amor é eterno, 
quando dois corações se
conheceram e se perderam um
no outro infinitamente em
gestos românticos e jamais se
separaram pois ambos eram a 
metade um do outro e ambos
galgaram o mundo unidos na 
paixão ardente rumo ao infinito
do tempo no amor eterno…”


Nuno Freitas 28/02/2017

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