“Enterneces-me abrindo levemente a porta de ti,
quando em seus olhos vejo toda ternura que
reportas contigo, tua face curtida esboçando um
semblante sorriso encantador, deixando por
descobrir o resto da sua terna beleza que contigo
reportas.
Enterneces-me quando em ti pouso e
sinto toda a macieza terna e delicada da tua pele,
que o seu corpo reporta, minhas mãos se deslizam
ternamente nas curvas sinuosas do seu corpo
suavemente sentindo toda a sua beleza terna.
Tens um olhar profundo e terno, que me
deixa atentado a mergulhar neles há
descoberta da essência do seu ser, viajo em
ti em gesto ternos e românticos, quando em
seu seio me enamoro apaixonadamente na
sua terna beleza, simplesmente me deixando
ir suavemente na loucura do amor e me fluir
contigo, no compasso do tempo em romances
ternos.
Tens um jeito tão terno e doce que me acalma,
quando em ti me deito e sinto toda a delicadeza
da ternura do seu ser, tens a ternura das flores
que encanta e faz florescer tudo em meu redor,
me perco nas suas ternuras quando me enamoro
de ti, me perco nos seus beijos ternos levando-me
a loucura da paixão ardente, me deixo ir na leveza
das suas ternuras envolto do seu amor para lá dos
tempos…
Simplesmente… Ternura…”
Nuno Freitas
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