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terça-feira, 22 de outubro de 2013

“O amor renasce.”

“Tu bela cheia de esperança, fizeras
  renascer o amor, tu bela formosa que 
  me beijas, como se fosse algo do
  destino, tu de amor de esperança louca.

  O amor renasce quando a noite perde o 
  rosto, apareceste do nada para avivar o 
  meu planto, que estava adormecido
  no tempo, tu me despertastes novos 
  sentimentos adormecidos e enterrados no
  tempo.

  O amor renascera das cinzas e eu me avivei,
  quando o meu olhar te avistou, e o meu 
  planto palpitou e num lapise se
  atreveu, te acercar e num enlaço no meu 
  olhar te enlacei, e tu te rendeste ao meus 
  encantos, e ambos nos deixamos ir na
  leveza do amor, há descoberta de novas 
  emoções e sentimentos.

  Viajamos em nós nos fluímos em nossos 
  atos românticos, deixamo-nos ir no 
  imaginário nas nossas fantasias de seduzir
  um ao outro, com gestos delicados 
  acariciamos nossos corpos com ternura, 
  fazendo renascer o amor em nós e os
  nossos corações se fluíram de paixão ardente,
  no compasso lento até a infinitude do tempo….

  O amor renascera e tudo se flori-o ao meu 
  redor, quando na calada da noite me perdi 
  em atos poéticos e declarei o amor em versos
  fraternais, pra avivar o seu planto que ao
  meu se rendeu e ambos se perderam nos 
  confins do tempo no amor eterno… 

  Simplesmente o amor renasceu….”
  Nuno Freitas 

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