“Tu bela cheia de esperança, fizeras
renascer o amor, tu bela formosa que
me beijas, como se fosse algo do
destino, tu de amor de esperança louca.
O amor renasce quando a noite perde o
rosto, apareceste do nada para avivar o
meu planto, que estava adormecido
no tempo, tu me despertastes novos
sentimentos adormecidos e enterrados no
tempo.
O amor renascera das cinzas e eu me avivei,
quando o meu olhar te avistou, e o meu
planto palpitou e num lapise se
atreveu, te acercar e num enlaço no meu
olhar te enlacei, e tu te rendeste ao meus
encantos, e ambos nos deixamos ir na
leveza do amor, há descoberta de novas
emoções e sentimentos.
Viajamos em nós nos fluímos em nossos
atos românticos, deixamo-nos ir no
imaginário nas nossas fantasias de seduzir
um ao outro, com gestos delicados
acariciamos nossos corpos com ternura,
fazendo renascer o amor em nós e os
nossos corações se fluíram de paixão ardente,
no compasso lento até a infinitude do tempo….
O amor renascera e tudo se flori-o ao meu
redor, quando na calada da noite me perdi
em atos poéticos e declarei o amor em versos
fraternais, pra avivar o seu planto que ao
meu se rendeu e ambos se perderam nos
confins do tempo no amor eterno…
Simplesmente o amor renasceu….”
Nuno Freitas
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