“Percorri uma vasta planície para te
encontrar, nos teus olhos profundos
e não te avistei, essa sua ausência me
fizera doer em meu planto, havia entre
nós um horizonte, esse amor distante
dos meus olhos estão.
Recordei-te em meus sonhos distantes
quando vinhas,formosa num lugar
distante verdejante, o seu aroma que
trazer as contigo penetrava pela brecha
da minha alma;
E tu trancaste a porta quando lá entraste
e pousaste em mim, com toda a delicadeza
de uma flor e perfumaste todo o meu ser
com amor, e eu me embeveci de ti, de
todo seu amor quando me enlacei em ti,
quando em meus sonhos pousaste num
horizonte distante…
Não me quero desviar do que vejo, talvez
possa ser uma miragem dos meus sonhos,
se estas, talvez estejas transparente da cor
dos seus olhos quando neles de planeio no
seu imenso horizonte repleto de esperanças
vagas.
Hoje, cai em mim e nem me dei conta,
que havia entre nós um horizonte que nos
separava deste nosso amor florescente.
Te procurei e não te avistei nessa imensa
planície dos meus sonhos, e em meu caminhar
lento e triste me fui desvanecendo na tua
procura nos confins do horizonte dos meus sonhos…
Apenas um horizonte…”
Nuno Freitas
Sem comentários:
Enviar um comentário