"O amor chegou, e com ele trouxe na
bagagem toda a felicidade e cor, para
florir todo o meu planto que há tempos
já estava desabrochado, sem cor, sem
brilho, meio perdido no tempo no seu
caminhar lento em profundo desanimo,
sem esperança de se avivar.
Agora que o amor chegou, quero recuperar
o tempo perdido que a sua ausência causara
em mim danos profundos no meu planto que
já estava desvanecido no tempo...
Vem te entregar a mim levemente num
compasso lento pro meu seio, vem sentir
todas as emoções do amor comigo, e desfrutar
momentos inesquecíveis em puras incursões
calmas e românticas ao meu lado, deixares-te
simplesmente lentamente te fluir em mim,
quando nós já estivermos enlaçados no nosso
amor terno e eterno na imensidão do tempo...
O amor chegou, de mansinho invadindo o meu
planto, e eu expectante me acerquei dele
lentamente, deixei-me ir no impulso no meu
atrevimento intempestivo de me aventurar com
ele, em puras viagens românticas no meu imaginário,
rumo ao infinito em atos poéticos e românticos;
Num compasso lento e feliz sem dar pelo tempo
passar, sem pressas como se o amanhã não existisse,
simplesmente sentindo as nossas batidas felizes e
nossas almas já unidas de paixão se fluírem na
imensidão do tempo em puros atos românticos.
Simplesmente o amor chegou, e juntos galgaremos
o universo unidos de uma paixão ardente num só
coração para lá do infinito do tempo..."
Nuno Freitas
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