"Era verão estava um dia abrasador, me escorria
suor pela face, tempo seco sem vento e eu
vagando solitário num espaço vazio de um tempo,
a deriva nos meus pensamentos profundos no
intuito de encontrar algo para preencher o meu dia
de verão quente, e nisto como num lapise no meio
do nada me deparei com uma mulher que me fez
deslumbrar, os meus olhos se ofuscaram quando a
avistei e jamais o tirei de cima dela.
E num lapise lentamente me acerquei dela, e ela
ficou ficou um quanto apreensiva, quanto ao meu
atos intempestivo, quando eu já debruçado nela,
puxei um assunto cordial perguntei o seu nome
meio tímido, e ela deixou-se ir no impulso meio
desconfiada, ma expectativa no que poderia
acontecer, e os meus olhos já enamorados dela
desde a primeira vista, se perderam no encanto
dela.
Ela lentamente deixou-se ir na leveza no compasso
do tempo, deixando-se ir no meu encanto, há
descoberta do meu ser, quando já se sentia segura
em meu seio, simplesmente deixou-se lentamente
fluir em mim para lá do tempo, em puras caricias
e gestos românticos;
Ambos ficamos rendidos um ao outro, quando
nossos olhares já ofuscados de tanto brilho
enamorados, se perderam no infinito do tempo
em amor ardente;
Simplesmente foi um encontro escaldante
inesperado, em que nossos olhares se cruzaram
e se enamoraram loucamente de paixão, me
entreguei a ela e ela se entregou a mim, quando
já se sentia segura em bom porto, nos fluímos
ardentemente em loucuras, nas nossas incursões
de desbravar as curvas sinuosas dos nossos corpos
suados de tanto desgostar na noite romântica
calorosa.
Foi paixão ardente que nos envolveu naquele dia
de verão calorento, que incendiou os nossos
corações de paixão, quando eu já me fizera ir na
minha incursão poética declamando o meu amor,
deixei-me fluir em seu seio em romantismos pra
lá da infinitude do tempo no nosso amor eterno...
Simplesmente... Encontro escaldante..."
Nuno Freitas
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