"Navego em seu amor, em águas calmas
sentindo toda a leveza e profundeza do
seu ser a ondular em mim em mim, quando
em seu olhar alcanço a outra margem onde
espraio em seu seio, em seu eterno amor.
Navego em seu amor, me deixo ir nas
correntes agitadas que me lava pra
outros horizontes de vaga em vaga,
sentindo as marés do seu amor, que em
mim recai quando em ti pouso, em puras
incursões românticas.
Suavemente as suas ondas agitam o meu
planto, levando-me no imenso azul ondular
a tona, navegando em seu corpo e perdido
no seu amor, a deriva em gestos ternos e
românticos, afim de alcançar o universo,
sobre a suave brisa da maresia ao seu lado,
sentindo o nosso pulsar feliz quando de vaga
em vaga nos desgostar-mos um ao outro na
imensidão do tempo...
E assim navego em seu amor, simplesmente
deixando-me ir no imenso agitar do nosso
enlaço, galgando oceanos enroscado no seu
amor em mares felizes que suavemente
arrebentam em meu planto e se fluindo de
encanto no seu espraiar;
Simplesmente sigo navegando em meus
pensamentos profundos, nesta imensa maresia
de esperança de ancorar em seu planto eternamente...
Quem sabe eu possa um dia me encontrar na
imensidão deste sentimento, quando navego
no seu amor..."
Nuno Freitas
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