umas entrelinhas numa tela com ternura
faz chegar as palavras, as pessoas em
verso ou em prosa.
Sou poeta solitário me vagueio a deriva,
no meu pensar nas palavras escrevendo
poemas, de fazer encantar as minhas
musas, que se espantam com os meus
atos poéticos e românticos...
Não vivo de ser poeta, mas sou poeta
nas horas vagas no intervalo do tempo,
que avança sem parar e eu me deixo ir,
nas asas do vento em puras inspirações,
escrevendo o que vai na alma, quando
se vertem da minha boca sentimentos,
que transcrevo para o papel.
Nas minhas incursões da vida
descrevo, o que em redor se
passa em poesia, narro factos
reais e imaginários românticos;
descrevo, o que em redor se
passa em poesia, narro factos
reais e imaginários românticos;
Me deixo levar pela imaginação
viajo no tempo, em meus versos
que escrevo, quando se vertem da
boca e se declamam e por sobre
luar se fluem;
viajo no tempo, em meus versos
que escrevo, quando se vertem da
boca e se declamam e por sobre
luar se fluem;
Quando em planto de outra se
esbarra causando efeito platónico
romântico, que num lapise se
encantam com os meus atos
intempestivos poéticos e românticos..."
esbarra causando efeito platónico
romântico, que num lapise se
encantam com os meus atos
intempestivos poéticos e românticos..."
Nuno Freitas
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