"Por ser escravo da poesia,
não escrevo outras entrelinhas
de outras matrizes.
Me refugio no meu silêncio para
criar poesia com ternura e paixão.
Por ser escravo da poesia não morro,
de desgosto, quem nasceu com dom
de poeta, vive amando e morrendo,
declamando o melhor que vem no seu
pensamento...
Quem é poeta, poeta de paixão,
gosta de declamar poesia serena, luar,
violão, serenata.
Por ser escravo da poesia, vivo
acorrentado as palavras que extraio
do meu pensamento, declamando
versos fraternais de fazer encantar,
quando eu me deparar com uma
mulher, em noites de luar e expressar
o amor de uma forma poética.
Porem... Nunca deixo de escrever
poesia, e deixo as palavras se fluírem
no ar atingindo os corações das
mulheres espantantadas com os meus
atos românticos e poéticos."
Nuno freitas
não escrevo outras entrelinhas
de outras matrizes.
Me refugio no meu silêncio para
criar poesia com ternura e paixão.
Por ser escravo da poesia não morro,
de desgosto, quem nasceu com dom
de poeta, vive amando e morrendo,
declamando o melhor que vem no seu
pensamento...
Quem é poeta, poeta de paixão,
gosta de declamar poesia serena, luar,
violão, serenata.
Por ser escravo da poesia, vivo
acorrentado as palavras que extraio
do meu pensamento, declamando
versos fraternais de fazer encantar,
quando eu me deparar com uma
mulher, em noites de luar e expressar
o amor de uma forma poética.
Porem... Nunca deixo de escrever
poesia, e deixo as palavras se fluírem
no ar atingindo os corações das
mulheres espantantadas com os meus
atos românticos e poéticos."
Nuno freitas
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