RADIO ATLANTIC SEA(no AR)

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

“Por ser escravo da poesia.”


"Por ser escravo da poesia,
 não escrevo outras entrelinhas
 de outras matrizes.
 Me refugio no meu silêncio para
 criar poesia com ternura e paixão.

 Por ser escravo da poesia não morro,
 de desgosto, quem nasceu com dom
 de poeta, vive amando e morrendo,
 declamando o melhor que vem no seu
 pensamento...

 Quem é poeta, poeta de paixão,
 gosta de declamar poesia serena, luar,
 violão, serenata.

 Por ser escravo da poesia, vivo
 acorrentado as palavras que extraio
 do meu pensamento, declamando
 versos fraternais de fazer encantar,
 quando eu me deparar com uma
 mulher, em noites de luar e expressar
 o amor de uma forma poética.

 Porem... Nunca deixo de escrever
 poesia, e deixo as palavras se fluírem
 no ar atingindo os corações das
 mulheres espantantadas com os meus
 atos românticos e poéticos."
 Nuno freitas

Sem comentários:

Enviar um comentário