"Distante da vida me vou vagando em
sonhos, caminhando num espaço vazio
de um tempo em silencio, procurando
um sentido, um amor, a felicidade eterna.
Distante da vida quando passo despercebido
perante um espaço com um olhar triste distante
da vida, o amor distante esta e eu me permaneço
perante o intervalo do espaço de um tempo na
esperança de te alcançar.
Distante da vida caminho triste, sem que a vida
se importe, esse meu sofrer em te alcançar de te
abraçar de ser amado.
Perco noites em vão em sonhos do amor chegar,
acordo na esperança de um amanhã em seu seio
me enlaçar, no seu amor me perder e nossos
corações se fluírem de paixão ardente...
Distante da vida me sinto angustiado quando lá
fora, o tempo para e o dia deixa de brilhar, minha
alma cansada, meu coração morrendo por dentro,
quando distante da felicidade estou.
Distante da vida meus pensamentos envolvidos
num amor terno, por sobre o luar romântico,
e eu a teu espaço me guio em versos fraternais,
declamando o amor numa fusão ardente que em
meu planto em erupção incendiou o seu coração
de paixão.
Distante da vida, vivo sem saber o que será o
amanhã, mas nunca perco a esperança de um
amanhã melhor, o amor em meus braços se
enlaçar, nossos corpos se fluírem nos prazeres
do amor em noites escaldantes românticas.
Distante da vida me vou vagando na sombra
obscura da vida, a morte me acena e me vira o
rosto para outro lado da vida;
A esperança reaparece ao fim de um horizonte
ofuscando meu olhar que se reencontrara com
a vida, absorvo a luz que a esperança trouxera
a minha vida, mas porem permaneço distante
da vida no infinito do tempo..."
Nuno Freitas
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