“ A mulher tem um encanto
de uma flor, tem beleza
infinita…
infinita…
Que brota ternura no
seu mais esplendor e tu
me encantas e me fazes
beirar, há paixão ardente...
seu mais esplendor e tu
me encantas e me fazes
beirar, há paixão ardente...
A mulher é um doce amanhecer,
quando eu me entrego na,
loucura do amor, dos prazeres
dos meus desejos…
quando eu me entrego na,
loucura do amor, dos prazeres
dos meus desejos…
A mulher é o meu porto de abrigo,
quando eu me deixo ir no impulso,
da paixão ardente;
Quando meu corpo se entrelaçar,
na macieza da pele da mulher…
quando eu me deixo ir no impulso,
da paixão ardente;
Quando meu corpo se entrelaçar,
na macieza da pele da mulher…
E tu me levas a sonhar a viajar
no tempo, quando nós nos
enroscamos no, nosso amor
eterno até ao romper, da aurora…
no tempo, quando nós nos
enroscamos no, nosso amor
eterno até ao romper, da aurora…
Me perco no seu amor infinito,
pois a mulher faz enlouquecer,
um homem quando se deixa,
render e aprisionar ao encanto
da mulher…
pois a mulher faz enlouquecer,
um homem quando se deixa,
render e aprisionar ao encanto
da mulher…
E eu quero me perder na
imensidão do tempo, te amando
intensamente até o fim dos tempos;
Até que os nossos corpos se saciam
nos prazeres, do amor eterno,
e morrendo te amando mais,
que pude com a intensidade…”
Nuno Freitas
Sem comentários:
Enviar um comentário