"Deixei-me levar no tempo,
quando eu já não era eu.
Passarei sozinho e despercebido,
entre um espaço que ninguém vê.
Parei no tempo há procura de
identidade própria, que descobrisse
a razão do meu ser, do meu crer,
do meu viver.
Perdi-me no tempo, esperançoso de
encontrar uma luz, um caminho, que
me guiasse há um tempo de um
tempo, de um espaço alegre de um ser.
Perdi-me no tempo,
e no tempo deixei-me navegar num
sonho de esperança de desaguar no
leito do rio de um tempo, que procura
margens para desaguar as suas ondas,
e a suas mágoas.
Porem: O que é que o tempo poderá
reservar de muito belo, para minha
vida, que procura reencontrar-se
no tempo!
Jamais algum tempo quisesse me levar
na esperança oculta, e incerta de um
tempo novo..."
Nuno Freitas
quando eu já não era eu.
Passarei sozinho e despercebido,
entre um espaço que ninguém vê.
Parei no tempo há procura de
identidade própria, que descobrisse
a razão do meu ser, do meu crer,
do meu viver.
Perdi-me no tempo, esperançoso de
encontrar uma luz, um caminho, que
me guiasse há um tempo de um
tempo, de um espaço alegre de um ser.
Perdi-me no tempo,
e no tempo deixei-me navegar num
sonho de esperança de desaguar no
leito do rio de um tempo, que procura
margens para desaguar as suas ondas,
e a suas mágoas.
Porem: O que é que o tempo poderá
reservar de muito belo, para minha
vida, que procura reencontrar-se
no tempo!
Jamais algum tempo quisesse me levar
na esperança oculta, e incerta de um
tempo novo..."
Nuno Freitas
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