em minha mente, carente de desejos
ardentes em teu corpo me envolver.
Passas-te despercebida e o meu olhar
se aprisionou, ao seu encanto, trazias
contigo a esperança do amor;
Pois nele me queria perder ao seu lado,
em gestos de ternura, trocamos beijos
quentes que aqueceriam nossos corações
de paixão...
O amor aparecera nos escombros do
tempo e eu apreensivo esperançoso
que o amor me tomasse, me saciasse
os meus desejos de ser amado e desejado
e possuído...
A esperança do amor se acendia quando
te vi, meus pen samentos deixaram-se ir
no sonho, em que tu me envolvias com
o teu amor terno-roso;
Deixei-me cair em tentações de te amar,
de te possuir, de te beijar, de me fluir
no seu corpo delicado;
Sentir a macieza do seu corpo, viajar
contigo na loucura do amor até ao
infinito do tempo, em que dois corpos
aprisionados aos seus desejos se amavam
loucamente na esperança do amor..."
Nuno Freitas
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